sábado, 14 de março de 2015

Livro A Graça da Coisa

Quer conseguir terminar um livro em uma semana?? Dica simples: more em São Paulo. Você acredita que eu com todas as tarefas de trabalho, faculdade e casa consigo terminar um livro em um a semana somente lendo no trajeto de ída e volta do trabalho e faculdade?!?! Assim a gente consegue bater a meta do ano!!!!!!!!

O livro de hoje é simplesmente incrível. Eu sempre quis ler algo da Martha Medeiros, assisto o "Saia Justa" do GNT e constantemente ouço falar sobre a escritora Martha Medeiros, alguns trechos e tal, então pensei, meww preciso ler um livro dessa mulher e advinha?!? Achei!!!!!

Quando ela diz A Graca da Coisa, ela quer dizer a A Graça da Vida. O Livro fala do quanto o mundo tem mudado e trazendo junto com toda essa mudança e modernidade o leque de opões que existem para podermos ser felizes. O interessante do Livro é que ele é divido em váriosssssss tópicos, como se fossem artigos de revista. Cada um tem um tema interessante, não tem como parar de ler, ele é muito envolvente, animado, humorado e dá dicas simples de coisas simples que simplesmente traz felicidade, ela conta trechos da vida dela a qual conta e analisa com muito humor.  Tem uma parte do livro em que ela conta como uma foto dela com vestido  de oncinha (festa a fantasia da empresa de anos atrás) foi parar nas redes sociais e o mico que foi, e a possibilidade de acontecer a mesma coisa conosco, como eu falei, tudo com muito humor. Bom demais!!!!! Não descarto a possibilidade de ler TODOS os livros dela.

A foto abaixo é a capa de traz do livro.
Esse Trecho diz:   "A gente é a soma das nossas decisões.”
É uma frase da qual sempre gostei, mas lembrei dela outro dia num local inusitado: dentro do supermercado. Comprar maionese, band-aid e iogurte, por exemplo, hoje requer o que se chama por aí de expertise. Tem maionese tradicional, light, premium, com leite, com ômega-3, com limão. (...)
Assim como antes era mais fácil fazer compras, também era mais fácil viver. Para ser feliz, bastava estudar (Magistério para as moças), fazer uma faculdade (Medicina, Engenharia ou Direito para os rapazes), casar (com o sexo oposto), ter filhos (no mínimo dois) e manter a família estruturada até o fim dos dias. Era a maionese tradicional.
Hoje existem várias “marcas” de felicidade. Casar, não casar, juntar, ficar, separar. Homem e mulher, homem com homem, mulher com mulher. Ter filhos biológicos, adotar, inseminação artificial, barriga de aluguel – ou simplesmente não os ter. Fazer intercâmbio, abrir o próprio negócio, tentar um concurso público, entrar para a faculdade. Mas estudar o quê? (...)
A vida padronizada podia ser menos estimulante, mas oferecia mais segurança, era fácil “acertar” e se sentir um adulto. Já a expansão de ofertas tornou tudo mais empolgante, só que incentivou a infantilização: sem saber ao certo o que é melhor para si, surgiu o pânico de crescer."
Foto abaixo é de um dos artigos do livro

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